quinta-feira, 29 de novembro de 2012

ESPECIAL DE NATAL







Hoje vamos apresentar O CHILIQUE DE DONA CONCEIÇÃO, uma produção  INSSano Movies.
Agradecemos ao ator Bruno Ganz que nos prestigiou com uma belíssima interpretação de Dona Conceição além de doar integralmente o seu cachê para o Fundo de Previdência Complementar dos Desvalidos do INSS, também conhecido por Loas-servidor.
Com o patrocínio das Pipocas Dona Conceição, que faz pular o seu coração e Riso Solto, a única água mineral com gás hilariante.

Depois que começar a ver o filme, de dois cliques para assistir em tela cheia.


video

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

              INSSaNews
          EDUCAÇÃO E CULTURA

ESCOLINHA DA DONA CONCEIÇÃO

  A Escolinha da Dona Conceição prepara você para enfrentar as metas do próximo ciclo de avaliação. Saiba como conviver tranquilamente com todas as siglas incompatíveis que infernizam a sua vida. Aprenda como dispensar os segurados sem dar entrada nos benefícios e, com isso, alcançar 100% no índice de resolutividade além de bater recordes de tempo médio de atendimento, garantindo, assim, a manutenção das 30 horas. Prepare-se para o próximo NENEM (Nunca Estive Numa Encrenca Maior).


CANTINHO LITERÁRIO

PARÁBOLA PROFÉTICA DO PARAFUSO 

 
No Reino das Ferramentas existiam dois tipos de funcionários: os pregos e os parafusos. Ambos tinham a função de perfurar e fixar duas peças de madeira; os primeiros, sem nenhuma especialização, trabalhavam na Carpintaria Geral,  eram assentados de um só golpe, muitas vezes se entortavam durante o ato e não conseguiam cumprir a sua tarefa; outros, com o passar do tempo, enferrujavam e se deterioravam, desfazendo a união das partes. Os parafusos, ao contrário, eram aplicados com cuidado, espetados, para seu maior conforto, em uma bucha, torcidos com vagar e precisão e amparados por porcas. Eram servidores mais qualificados,  exerciam funções estratégicas, trabalhavam na Marcenaria Real, tinham alguns privilégios e ganhavam bem mais do que os pregos.Embora exercessem o seu ofício com maior mestria e durador resultado, os valores pagos pelo trabalho dos parafusos acabaram por ser considerados superiores ao esforço despendido.

 Foi, então, criado pelo Ministério dos Instrumentos um Grupo de Trabalho para estudar  a situação e promover um maior aproveitamento dos trabalhadores rosqueados e, de preferência, tirando-lhes todos as vantagens consideradas  excessivas de modo a fazer por merecerem cada centavo recebido. 

 Este GT, posteriormente alcunhado  de Grupo de Tortura, era presidido pelo Ministro Martelo e o secretário Marreta, que nomeou um conjunto de Chaves de Fenda destinado a torcer o máximo possível cada parafuso.

De início estipularam que se algum parafuso rangesse ao ser torcido, seriam retiradas as buchas e roscas de todo o grupo, o que em breve alcançou o resultado almejado quando um parafuso, não suportando a pressão exercida pela chave de fenda, rompeu a bucha, soltando um som áspero e nervoso.
A seguir, foi determinado que, caso não mantivessem a junção das tábuas, perderiam parte do salário e, com afinco, continuaram as chaves de fenda a torcer suas vítimas. E tanto assim procederam que alguns dos parafusos corroíam e atravessavam a madeira, desmantelando o conjunto. Muitos deles percorriam ambas as tábuas e caíam no chão, extenuados uns, doentes outros, desiludidos todos. Os que restavam, porém, cumpriam mal e mal a sua função, entortados e combalidos, só por mero acaso resistindo ainda.
Tudo isso aconteceu com o consentimento da rainha Bigorna que, embora convencida pelo filósofo da corte de que vivia no melhor dos mundos possíveis, longe de qualquer problema econômico ou social,  via com bons olhos a economia praticada no setor de marcenaria, principalmente porque era resultado da incompetência dos funcionários e não efeito de uma decisão superior.
Com a falta de material competente que se seguiu à queda dos parafusos, foram convocados  pregos para ocuparem os lugares vagos, apesar de sua notória incapacidade. Uns, entretanto, eram tão menores que as cavidades deixadas pelos antecessores que atravessavam, com maior ou menor facilidade, o espaço vazio e caíam no chão. Outros, ao contrário, sendo mais robustos, na primeira martelada fendiam a madeira, danificando-a definitivamente. Não obstante, bem ou mal, estavam presentes, tapavam  o buraco vazio e, com essa aparência de normalidade, o trabalho prosseguiu, com péssimos resultados, é verdade, mas, desde que se fizesse economia e tivesse aparente eficiência, isso já não tinha importância.



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA EM APS – NENEM



 
         Enfim chegou o grande dia! Depois de dez anos de espera e de muito trabalho, o SIBE veio à luz.  Que esta data memorável jamais seja esquecida! Agora é só esperar pelo dia em que ele funcione. E quando finalmente isso acontecer, deveremos ainda nos lembrar do curso preparatório que fizemos ao longo da semana e para este dia, Dona Conceição desenvolveu o recomendadíssimo Sibemorial,  um tônico que mantém sua memória em dia até depois da aposentadoria.

                                                 ***
        Apesar do procedimento no SIBE ser idêntico ao do SABI, ele traz muitas novidades  substanciais como, por exemplo, o fato de que, agora, o servidor não abrirá exigência quando o requerente deixar de apresentar algum documento necessário; ele irá, a partir de então, vincular uma exigência. Sinta a evolução do termo – de abrir para vincular. Embora o resultado seja igual e a papelada requerida seja a mesma, não se pode negar que esta alteração vocabular traz imenso avanço para literatura previdenciária.

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Todo servidor do INSS pode e deve testar e aprimorar seus conhecimentos participando do NENEM (Nem É Necessário Estudar Muito) e, para tanto, basta responder às seguintes questões:

1)    Observamos uma certa indecisão dos realizadores do curso do SIBE no que tange à palavra correta a ser usada em relação à renda de cada componente do grupo familiar. Assinale a alternativa correta.
(  ) renda per capta
(  ) renda per capita
(  ) latim pra mim é grego
(  ) se deu para captar a mensagem, tá valendo
 
2)    Quando serão implantadas todas as funcionalidades do SIBE?
(  ) No sesquicentenário da Previdência
(  ) Após o Dilúvio
(  ) Em 13/13/2013, bastando para isso um pequeno ajuste no calendário        gregoriano
(   ) Só Deus sabe
(   ) Nem Deus sabe


3)    Por que o SISREF dá mensagem de erro e bagunça o nosso ponto justamente no período em que estamos pagando o recesso?
(   ) Por incompetência do administrador
(   ) É pegadinha da Dataprev
(   ) Tem o objetivo de testar a paciência do servidor
(   ) A, B e C estão corretas                                     

4)    A expectativa de vida da população brasileira tem aumentado constantemente. Explique porque, na contramão da tendência, a idade mínima do requerente do LOAS idoso vem diminuindo na mesma proporção, passando de 70 anos para 67 e agora está em 65 anos.
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5)    Atender o público é:
(  ) Um trabalho gratificante
(  ) Uma tarefa enriquecedora
(  ) Uma oportunidade de aprimoramento pessoal
(  ) Eu quero a minha mãe!

6)    Durante o trabalho, qual a mensagem que mais se vê no monitor:
(  ) Erro de certificado
(  ) Socket error
(  ) Área insuficiente para paginação
(  ) O sistema cai sem aviso prévio